As leis da simplicidade de John Maeda

Em: Pra Ler, postado por: Cadu Corrêa

30 jul 2009

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Taí um livro que todo designer deveria ler.

Em “As leis da simplicidade: vida, negócios, tecnologia, design”, John Maeda mostra que a simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo. Para isso, propõe balancear simplicidade e complexidade através da aplicação de 10 leis que são:

Lei 01 Reduzir: A maneira mais simples de se alcançar a simplicidade é por meio de uma redução conscienciosa;

Lei 02 Organizar: A organização faz com que um sistema de muitos pareça de poucos;

Lei 03 Tempo: Economia de tempo transmite simplicidade;

Lei 04 Aprender: O conhecimento torna tudo mais simples;

Lei 05 Diferenças: Simplicidade e complexidade necessitam uma da outra;

Lei 06 Contexto: O que reside na periferia da simplicidade é definitivamente não-periférico;

Lei 07 Emoção: Mais emoções é melhor que menos;

Lei 08 Confiança: Na simplicidade nós confiamos;

Lei 09 Fracasso: Algumas coisas nunca podem ser simples; e

Lei 10 A única: A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo.

O livro é um guia muito gostoso de ler e que deve ser mantido sempre à mão para consultas.

Altamente recomendado!

Segue de lambuja o vídeo da apresentação de Maeda sobre simplicidade no TED de 2007. Curtam o vídeo e não deixem de comprar o livro, é claro.

2 Comentários para


"As leis da simplicidade de John Maeda"

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Eduardo

julho 30th, 2009 at 21:42

Ainda bem que a Capela Sistina não foi feita baseada nesse sistema =P

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Cadu Corrêa

julho 31st, 2009 at 15:28

Oi, Eduardo
Com certeza Michelangelo não leu as Leis antes de pintar o afresco da Capela Cistina. Mas isso não significa que a lei não preveja casos como esse.
O livro de John Maeda não sai apregoando a redução gratuita das coisas. Ele propõe uma intervenção racional de otimização de recursos e atributos no ato de criar.
Vale lembrar 2 leis específicas pro caso da Capela. A lei 07, Emoção, e a lei 09, Fracasso, que respectivamente dizem que mais emoção é melhor que menos e que certas coisas nunca podem ser simples. Isso sem entrar na questão do contexto histórico que já irá levar a discussão pra outro rumo.
Ou, seja, vale mesmo dar uma chance ao livro.
Para acompanhar a discussão mais de perto sugiro uma visita ao site oficial do projeto: http://lawsofsimplicity.com/

Abç e obrigado pela visita

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